sexta-feira, dezembro 30, 2011

Trabalho...


quarta-feira, dezembro 28, 2011

A Cara do Céu!

Alguém viu?

segunda-feira, dezembro 26, 2011


Olha eu andando
Na corda bamba
No circo da vida,
Num samba.
Olha eu pensando no futuro,
Estudando tudo
E querendo agora
Todo absurdo.
Olha o tempo desfilando
Entre as nuvens calmas
Num bailado leve,
Ao som do vento.
Olha só quanta alegria
Em plena avenida
E eu cantando só
Num apartamento...

quarta-feira, dezembro 07, 2011


Trecho de Nietzsche para Estressados, de Allan Percy


Filosofia para o dia a dia
NIETZSCHE PARA ESTRESSADOS é um manual inteligente, provocador e estimulante que reúne 99 máximas do gênio alemão e sua aplicação prática a várias situações do dia a dia. A filosofia de Nietzsche é de grande utilidade na busca de uma solução para uma série de problemas, tanto na vida pessoal quanto na profissional.
Este breve curso de filosofia cotidiana foi criado para nos auxiliar naqueles momentos em que precisamos tomar decisões, recuperar o ânimo, encontrar o caminho certo quando estamos perdidos e relativizar a importância dos fatos da vida. É indicado para pessoas que procuram inspiração no pensamento do filósofo mais influente da era moderna para combater as angústias e os medos dos dias de hoje.
Cada capítulo é iniciado por um aforismo desse grande pensador, seguido de uma interpretação atual que nos ajuda a alcançar o bem-estar.
No final, há um anexo que explica o valor terapêutico da filosofia e suas aplicações no cotidiano. Conheceremos o trabalho dos filósofos terapeutas, popularizado pelo livro Mais Platão, menos Prozac, de Lou Marinoff, e entenderemos como máximas dos pensadores de todos os tempos podem oferecer uma ajuda da melhor qualidade.
Antes de conhecer seus pensamentos, saiba um pouco sobre a vida do grande mestre.
Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu em 1844, na cidade alemã de Röcken. Seu pai era pastor evangélico e faleceu quando o filho tinha 5 anos. O menino cresceu em um ambiente de pietismo protestante dominado por mulheres.
Após frequentar um internato, onde foi apresentado à Antiguidade grega e romana, estudou filosofia clássica nas universidades de Bonn e Leipzig. Nessa última, entrou em contato com as ideias de Schopenhauer e com a música de Wagner, compositor que admirava e que mais tarde conheceria pessoalmente.
Em 1869, com apenas 25 anos, Nietzsche já era professor de filologia clássica na Universidade da Basileia. No entanto, sua atividade docente foi interrompida em 1870, quanto estourou a Guerra Franco-Prussiana.
Nietzsche participou do conflito como enfermeiro, até ser obrigado a abandonar o front por causa de uma disenteria, da qual nunca se recuperou totalmente.
Em 1881, conheceu Lou Andreas Salomé, mulher por quem se apaixonou perdidamente mas que acabaria se casando com um amigo seu. A rejeição ajudou a consolidar sua proverbial misoginia.
Obrigado a se aposentar prematuramente por conta de sequelas da doença, Nietzsche viveu na Riviera francesa e no norte da Itália, lugares que considerava ideais para pensar e escrever.
Sozinho e frustrado por suas obras não alcançarem a acolhida desejada, foi vítima de seus primeiros acessos de loucura em 1889, quando morava em Turim e estava praticamente cego.
Após longas temporadas internado em clínicas da Basileia e de Jena, Nietzsche passaria o fim da vida na casa da mãe, que cuidou dele até morrer, deixando-o ao encargo da irmã. Nietzsche faleceu em 1900.
Seu ambicioso legado filosófico até hoje não perdeu o poder inspirador e instigante.

1 - Quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa
QUANDO PERDEMOS DE VISTA nossos objetivos fundamentais, somos dominados pelo estresse e pela desorientação. A sensação de “trabalhar muito para nada” e o esgotamento que dificulta a concentração podem ser combatidos com a definição de uma meta clara, que ofereça sentido ao que estamos fazendo nos bons e nos maus momentos.
Para o psicólogo Viktor Frankl, se o indivíduo encontra um sentido para sua vida, é capaz de superar a maior parte das adversidades.
A logoterapia, criada por ele, busca exatamente isto: em vez de escavar o passado do paciente, tenta explorar o que é possível fazer com o que ele tem aqui e agora. Em outras palavras, devemos encontrar um motivo para nos levantar da cama todas as manhãs.
O problema de muitas pessoas insatisfeitas com sua existência é que elas não pensam na vida que gostariam de viver. E a primeira condição para encontrar-se é saber aonde se quer chegar.
Como fez Frankl meio século mais tarde, Nietzsche destaca a importância de se buscar uma “razão de viver”. Quando nossa vida se torna plena de sentido, de uma hora para outra os esforços já não são cansativos, e sim passos necessários em direção à meta que estabelecemos.

2 - O destino dos seres humanos é feito de momentos felizes e não de épocas felizes
A FELICIDADE É FRÁGIL E VOLÁTIL, pois só é possível senti-la em certos momentos. Na verdade, se pudéssemos vivenciá-la de forma ininterrupta, ela perderia o valor, uma vez que só percebemos que somos felizes por comparação.
Após uma semana de céu nublado, um dia de sol nos parece um milagre da Criação. Do mesmo modo, a alegria aparenta ser mais intensa quando atravessamos um período de tristeza. Os dois sentimentos se complementam, pois, da mesma forma que a melancolia não é eterna, não poderíamos suportar 100 anos de felicidade.
Imaginar que temos obrigação de ser felizes o tempo todo e em todo lugar é um grande fator de estresse na sociedade moderna. A negação da tristeza dispara o consumo de antidepressivos e a busca de psicoterapias e nos leva a adquirir coisas de que não precisamos. Não exibir um sorriso permanente parece ser motivo de vergonha.
Contra essa perspectiva falsa e infantil, Nietzsche nos lembra que a felicidade vem em lampejos e que tentar fazer com que ela dure para sempre é aniquilar esses lampejos que nos ajudam a seguir em frente no longo e tortuoso caminho da vida.

3 - Nós nos sentimos bem em meio à natureza porque ela não nos julga
NÓS, SERES HUMANOS DO SÉCULO XXI, estamos “desnaturalizados” e isso muitas vezes nos faz parecer extraterrestres em nosso próprio planeta. Mesmo acreditando que a cultura e a civilização tenham suprido nossa porção mais animal e instintiva, ainda precisamos manter contato com o mundo natural.
Para tratar quadros de ansiedade que nascem do excesso de trabalho e de uma longa permanência na selva de pedra, escapadas de dois ou três dias para a natureza podem ser mais eficientes do que a ingestão de medicamentos.
Ao sentir o cheiro de terra fresca, o ar limpo e o silêncio, que só é quebrado pelas pequenas criaturas ao redor, reencontramos nossa essência por tanto tempo abandonada.
Como diz Nietzsche, na cidade precisamos representar um papel porque estamos muito preocupados com o que pensam de nós. Mas, ao voltar à natureza, podemos nos dar ao luxo de sermos nós mesmos. Não precisamos nos vestir bem, falar ou atuar de maneira especial. Basta nos deixarmos levar pelo mundo natural em direção ao nosso interior, onde um manancial de tranquilidade nos espera.

4 - Precisamos pagar pela imortalidade e morrer várias vezes enquanto estamos vivos
NIETZSCHE SUGERE QUE NÃO HÁ apenas uma morte ao longo da existência humana. No decorrer da vida, vamos vencendo etapas e devemos morrer – simbolicamente – para podermos nascer no estágio seguinte.
Essa transição de uma vida a outra é o que as tribos mais ligadas à terra chamam de “rito de passagem”, um momento que nossa civilização vem abandonando.
O antropólogo catalão J. M. Fericgla comenta o assunto: Sem entrar no mérito da religião, a primeira comunhão era tradicionalmente um rito de iniciação: uma porta simbólica que conduzia da infância à puberdade. Os meninos ganhavam suas primeiras calças compridas após a cerimônia, transformando- -se em homenzinhos. Isso coincidia com a permissão para sair à rua sozinhos, mesmo que apenas para comprar pão. O padrinho costumava abrir uma conta-corrente no nome do afilhado.
Também no momento da primeira comunhão os meninos ganhavam seu primeiro relógio, o que significava um controle adulto do tempo.
Um bom exercício para tomar consciência das vidas que existem dentro de nossa vida é fazer uma relação das etapas que já superamos e verificar se houve algum rito de passagem entre uma e outra. Depois podemos perguntar a nós mesmos: “Qual é a próxima vida em que quero nascer?”

5 - O valor que damos ao infortúnio é tão grande que, se dizemos a alguém “Como você é feliz!”, em geral somos contestados
NÃO É LUGAR-COMUM DIZER que os povos aparentemente mais primitivos demonstram ser mais felizes que a sociedade ocidental contemporânea. Muitos se perguntam como pessoas que não têm nada ou quase nada podem ser mais bem-humoradas do que outras que trabalham para acumular todo tipo de bens.
Será que a contestação, como diz Nietzsche, é uma marca de nossa civilização?
Nas conversas típicas do ambiente de trabalho, nos bares e nos restaurantes as queixas são intermináveis: reclamamos das taxas de juros, do custo de vida, do ruído e da poluição que assolam as grandes cidades. Talvez não estejamos fazendo nada para remediar esses fatores, mas gostamos de nos queixar, o que acaba gerando angústia e estresse.
O estresse não nasce das circunstâncias externas, mas da interpretação que fazemos delas. Talvez o segredo da felicidade seja deixar de nos preocuparmos com fatores e estatísticas que não dependem de nós e nos divertirmos mais.

6 - Nosso tesouro está na colmeia de nosso conhecimento. Estamos sempre voltados a essa direção, pois somos insetos alados da natureza, coletores do mel da mente
COMO SCHOPENHAUER, NIETZSCHE em sua juventude se interessou pelas várias filosofias que florescem na Índia.
Herdeiro de uma longa tradição espiritual voltada ao conhecimento pessoal, Ramana Maharshi talvez tenha sido o último “grande guru” a trabalhar com o instrumento que nos torna humanos: a mente.
Ramana estimulava seus discípulos a perguntarem a si mesmos: “Quem sou eu?” Quando soube que tinha câncer, tranquilizou-os dizendo: “Não vou a lugar nenhum. Para onde poderia ir?”
Aqui Nietzsche compara a conquista da mente a uma abelha voando em direção à colmeia para colher o mel mais puro. Maharshi descrevia da seguinte forma a viagem às profundezas do nosso interior:
Assim como o pescador de pérolas prende uma pedra na cintura e desce ao fundo do mar para buscá-las, cada um de nós deve se munir de desapego, mergulhar dentro de si mesmo e encontrar sua pérola.
Para encontrar essa pérola não é preciso peregrinar à Índia nem se entregar a complexos exercícios espirituais. Basta olharmos tranquilamente para o nosso interior.

7 - A palavra mais ofensiva e a carta mais grosseira são melhores e mais educadas que o silêncio
A MAIOR PARTE DAS GUERRAS PSICOLÓGICAS é iniciada mais pelo que não se diz do que pelo que se diz.
Vamos imaginar uma cena: A está chateado com B e parou de falar com B desde que este se esqueceu de lhe dar os parabéns pelo aniversário. A deveria ter dito: “Você não sabe que dia foi ontem?”, mas, como ficou magoado com a falta de atenção do amigo – que, na realidade, foi apenas um esquecimento –, resolveu pagar na mesma moeda: o silêncio. B acabou se chateando com A, que de uma hora para outra deixou de atender seus telefonemas e, quando conseguiram se falar, não se mostrou nada gentil.
São comportamentos infantis, porém muito mais comuns do que se imagina. Quantos casais brigam por mal-entendidos que duram dias ou meses até serem esclarecidos? A falta de comunicação também está na origem de muitos conflitos vividos no ambiente de trabalho.
Não dizer as coisas a tempo é um importante fator de estresse no mundo tumultuado em que vivemos, pois possibilita interpretações equivocadas que acabam pesando contra nós.
Nietzsche, que não tinha papas na língua, afirma que é melhor expressar nossos sentimentos – mesmo sem encontrar as palavras adequadas – do que ofender com o silêncio.

8 - Nossa honra não é construída por nossa origem, mas por nosso fim
COMO JÁ DISSEMOS, AS PESSOAS mais felizes e realizadas são as que sabem aonde querem chegar e têm metas. Podemos alcançar nossos objetivos de forma mais ou menos efi caz, mas o fato de ntermos vivido em função de algo acrescenta um valor inestimável à nossa existência.
Quando enxergamos a vida dessa maneira, nossa origem humilde e os erros que porventura tenhamos cometido no caminho perdem a importância. Como diz o Corão: “A Deus não importa o que você foi, mas o que será a partir deste momento.”
Para ver com clareza e atuar de forma coerente, precisamos de algo parecido com um roteiro pessoal. Experimente o seguinte exercício:
1. Pegue uma folha de papel e trace nela uma linha vertical.
2. Escreva à esquerda um resumo do que foi sua vida até hoje.
3. À direita, descreva o caminho que gostaria que ela tomasse a partir deste momento.
4. Logo abaixo, anote os passos necessários para seguir em frente com seu roteiro. E mãos à obra!

9 - O homem que imagina ser completamente bom é um idiota
SE A CONSCIÊNCIA NOS TORNA HUMANOS, a imperfeição também é um traço distintivo de nossa espécie. Passamos mais tempo reparando erros do que construindo coisas de valor.
Assumir essa característica da nossa condição nos ajuda a ser humildes e, o que é mais importante, nos faz tomar consciência de quanto ainda precisamos nos aprimorar. Todo fracasso ou erro nos ensina como fazer melhor.
As pessoas mais inflexíveis e perfeccionistas sofrem as consequências de seus atos imperfeitos. Se algo dá errado, costumam colocar a culpa nos outros e ficam descontrolada quando alguém mostra qualquer falha que possam ter cometido.
Nietzsche nos dá o seguinte conselho: é inútil querermos ser bons o tempo todo e fazer tudo certo – o que importa é estarmos dispostos a fazer um pouco melhor hoje do que fi zemos ontem.
A palavra japonesa wabi-sabi define a arte da imperfeição: no que é incompleto, irregular e antigo existem vida e beleza, pois aí está contido o desejo que a natureza tem de aprimorar a si mesma.

10 - As pessoas que nos fazem confidências se acham automaticamente no direito de ouvir as nossas
OS JORNALISTAS SABEM QUE informação é poder. Por isso é importante medir o que dizemos e, sobretudo, a quem dizemos.
Às vezes encontramos pessoas que rompem imediatamente o protocolo e nos transformam em parte integrante de suas vidas.
Mas o que pode ser entendido como um ato de confiança também envolve riscos: quando nos transformam em seus confidentes, esses indivíduos nos incluem em seu círculo íntimo e nos obrigam a acompanhar sua evolução pessoal. Dito de outra forma: nós nos transformamos em espectadores forçados de um mundo pessoal que até então desconhecíamos.
Além da pressão gerada por ouvir confi dências, há o perigo do qual nos previne Nietzsche: o outro pode estar esperando de nós uma atitude de confiança semelhante para, assim, completar o círculo iniciado por ele.
Por tudo isso, é importante sermos cuidadosos ao escutar – reservando o entusiasmo para as pessoas mais íntimas – e ainda mais cuidadosos ao falar.

sexta-feira, novembro 25, 2011

Frases Diversas de Buk


Matei quatro moscas enquanto esperava. Porra, a morte estava em toda parte. Homem, pássaro, animal, réptil, roedor, inseto, peixe, não tinham a mínima chance. Tudo carta marcada. Eu não sabia o que fazer. Fiquei deprimido. Sabe, eu vejo um garoto de entregas no supermercado empacotando minhas compras, depois o vejo enfiando a si mesmo na própria cova, junto com o papel higiênico, a cerveja e o peito de frango. 

Não sou boa companhia, não gosto de conversar. Não quero trocar idéias – nem almas. Sou apenas um bloco de pedra para mim mesmo. Quero ficar dentro do bloco, sem ser perturbado.

Não valia a pena confiar em nenhum outro ser humano. O que quer que fosse preciso para estabelecer essa confiança, nao estava presente na humanidade.

Outro dia, fiquei pensando no mundo sem mim. Há o mundo continuando a fazer o que faz. E eu não estou lá. Muito estranho. Penso no caminhão do lixo passando e levando o lixo e eu não estou lá. Ou o jornal jogado no jardim e eu não estou lá para pegá-lo. Impossível. E pior, algum tempo depois de estar morto, vou ser verdadeiramente descoberto. E todos aqueles que tinham medo de mim ou me odiavam vão subitamente me aceitar. Minhas palavras vão estar em todos os lugares. Vão se formar clubes e sociedades. Será nojento. Será feito um filme sobre a minha vida. Me farão muito mais corajoso e talentoso do que sou. Muito mais. Será suficiente para fazer os deuses vomitarem. A raça humana exagera em tudo: seus heróis, seus inimigos, sua importância.

[...] como é que você vai poder cagar com uma rolha cristã de 2000 metros enfiada no cu?

Nenhuma mulher fode do mesmo jeito que a outra e é isso que mantém o interesse do homem, contribuindo para que ele caia na armadilha.

Nove décimos de mim já morreram, mas eu guardo o décimo restante como uma arma.

segunda-feira, novembro 14, 2011

A Volta de Cristo

Pensando Poema

Penso num poema pra mim,
Para a minha filha,
Para o meu filho,
Para a noite inteira.
Penso num poema derradeiro,
Que inunde de ilusões,
De cores e razões
A sala inteira.
Penso num poema
Que me assuste,
Que dispare em mim
O amor do monstro.
Um poema que me acerte assim,
Totalmente de repente,
Num repente
Que dê mais luz à minha inanição!

sexta-feira, setembro 30, 2011


Músicas do AC/DC acalmam tubarões brancos, revela pesquisa

Os tubarões brancos são roqueiros e fãs do AC/DC. Isso é o que comprava uma pesquisa realizada por um cientista australiano. De acordo com o operador de barco Matt Waller, que conduziu a pesquisa com objetivo de descobrir como a música afeta o comportamento dos tubarões brancos, os bichos ficam mais calmos ouvindo as “porradas” da banda de Angus Young e Brian Johnson.


Segundo ele, os animais que apenas respondem às frequências e vibrações sonoras, uma vez que não têm ouvidos ficaram menos agitados ouvindo "You Shook Me All Night Long", do clássico álbum Back In Black (1980) da banda. "O AC/DC foi algo que realmente deu certo. O comportamento deles ficou muito menos agressivo. Em algumas ocasiões eles até esfregaram suas caras nos alto-falantes dentro da água, o que foi realmente bizarro”, disse Waller ao site ABC News.

terça-feira, setembro 27, 2011

Cedo Demais

  São 5 horas da manhã. Mais uma manhã onde o sono fica deitado enrolado em meu lençol quente e eu me atiro lento ate o banheiro. Não me arrisco a um banho frio, jamais! Lavo meu rosto para que a agua leve minha feição desgastada e a vontade de sonhar ate meio-dia. Não fui bem eu quem escolhi esse desatino, esse destino, mas a gente sabe que no fundo a culpa é toda nossa. Pensei na praia. Pensei no Poço Azul no DistritoFederal. Pensei nas vastas madrugadas em que nessa mesma hora estava era feliz, acariciando o meu inseparavel travesseiro... Mas agora tudo mudou... Não que seja um velorio, nao que seja algo tao aterrorizante, mas a idéia de deixar a noite solitaria sem minha solidao e sem meus passos e pensamentos me traz uma angustia,um remorso pelos poemas que poderiam nascer no calor de uma madrugada qualquer...

quinta-feira, agosto 18, 2011

Fim

Meu mundo se calou
Enterrou-se sem querer
Mas a culpa
Não foi do meu mundo
Foram muitos absurdos
Imundos
Foi um amor de um lado só...
Tudo bem que as vezes
Nada se pode fazer contra o mal
Contra o vicio
Que transforma amor
Em desespero
Em mentira
Em inconsequencia
Na verdade
Crua verdade
Sao dois mundos de dor
E o que fica
Sao fotografias
Que escondem
Todo sofrimento...

sábado, agosto 13, 2011

Terror

O terror poetico nao morreu, esta escondido debaixo do cerebro esperando o proximo disparo repentino. Se associou invisivelmente ao anonymous e esta em uma esquina oculta qualquer com uma cerveja na mao...nao acredita em disco voador mas acredita na fama da televisao. Sabe que a luz forte cega e tira a direção,, sabe que seu caminho é feito de pedras vulcanicas e os pes apressados sempre pagam a conta...Não desperdiça tempo, a nao ser que seja pra santidade da ociosidade criativa..estabelce regras proprias onde é o seu proprio chefe ..e seu proprio mundo.
Satiriza o diabo e nunca vai entender como a derrota antecipada ainda gera esforços...atira pra matar!Sobe em queda livre e traz no peito exposto o resto do coraçao que lhe sobrou!!!

27 Club


sábado, julho 23, 2011

A Lua

A lua dependurada
Lá no canto do céu
Parece não saber nada
No espaço que é todo seu...

sexta-feira, julho 15, 2011

Futebol e os Signos

 Libra: É o clássico camisa 10 dos tempos antigos. É o que bota a bola no chão e pede calma ao time e organiza o meio campo. É o ponto de equilíbrio da equipe e que sempre procura deixar os atacantes na cara do gol.

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Filme na madrugada. Disco velho. Livro empoeirado. Caixa fechada. Coração trancado. Monossilabo. Plural. Só. Viajante . Caseiro.
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