terça-feira, outubro 30, 2012

Nessa rua escura e calma

Nessa rua escura e calma
De noite lenta e fria
Fico imaginando solitário
O tamanho da poesia...
No carro que passa sonolento
No cachorro de paz e alegria
No bebado que nem sente o vento
Sera  quanta poesia??
Na coruja que passa rasgando
No vigia que dorme ou cochila
Na estrela cadente ligeira
Quanta dose há de poesia?
Na lua que olha calada
Na arvore que dança tranquila
Na penumbra da luz dessa sala
Serão quantas mil poesias???

domingo, outubro 14, 2012

Louco faz 39 anos de vida nos quadrinhos


Personagem coadjuvante das histórias do Cebolinha desde 1973 faz aniversário.
Por Sérgio Fiore
Essa nem eu sabia. Quando eu nasci, o personagem já existia. E não podia deixar passar em branco. O site Universo HQ lembrou hoje: Faz 39 anos em 2012 que foi publicada primeira tira estrelada com o Louco, famoso personagem das histórias do Cebolinha.
Criado em 1973 por Márcio de Sousa, irmão de Maurício de Sousa, que na época era roteirista d, baseou-se em um dos desenhistas das revistas na época,  Sidney Salustre, que ainda trabalha na equipe.
Poucos sabem (eu faço parte da maioria que não sabia), mas o nome verdadeiro do personagem é Licurgo Orival Umbelino Cafaspirino de Oliveira. Está desde o primeiro número, numa história chamada “Uma história muito louca “. No começo, o personagem pulava o muro do hospício onde morava para atazanar o Cebolinha, quase sempre sendo levado de volta numa camisa de força.
De acordo  com o pai da Turma da Mônica, Maurício de Sousa, ele agora não pula mais esse muro para fugir, e na verdade sequer mora num hospício e não termina as historinhas amarrado numa camisa de força,  por motivos de precaução e respeito. eu não creio que algum louco fosse inspirar-se nele, mas tudo bem.
Para fechar, eis um curta animado do Cebolinha: Coisa de Louco, estrelado pelo próprio. Parabéns para ele!

quarta-feira, outubro 03, 2012

Fernando Sabino


Tem de ser equilibrista até o final. E suando muito, apertando o cabo da sombrinha aberta, com medo de cair, olhando a distância do arame ainda a percorrer - e sempre exibindo para o público um falso sorriso de serenidade. Tem de fazer isso todos os dias, para os outros, como se na vida você não tivesse feito outra coisa, para você como se fosse a primeira vez, e a mais perigosa. Do contrário, seu número será um fracasso.
Fernando Sabino

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