domingo, dezembro 21, 2008

Falta


A dimensão que eu vivo agora não tem cor. O lado que eu tanto temia invadiu o espaço e se tornou lado inteiro. O relógio so me lembra o quanto eu quero que ele combine com o tempo uma mudança brusca, afim de que os passos sejam mais velozes e a certeza única mais iminente. 
Preciso agora de um relampago. Preciso agora de um nada gigantesco. Ou sera que preciso acabar de vez com essa loucura e tingir de vermelho meu tapete branco??
Nunca mais eu havia visto o sol as 5 e 27 da manha,e , agora, este fato se tornou corriqueiro , e pelo convite da madrugada insistente me perco nesse devaneio e espero os raios amarelos invisiveis que invadem meu quarto.
Meu tempo é bom...
Meu tempo é curto...
Meu tempo é de dor...
Haverá escondida num baú a alegria concentrada?? A janela mente pra mim na imensidão do mundo, menti cegamente que me perco nas nuves bailarinas que indicam a discordanao de tudo que sonhei, de tudo que planejei , de tudo que seria a aurora mais colorida.
Tudo bem. Esta passando. 
Quando não houver mais oxigenio: Eu aviso!

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Filme na madrugada. Disco velho. Livro empoeirado. Caixa fechada. Coração trancado. Monossilabo. Plural. Só. Viajante . Caseiro.
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