quarta-feira, outubro 06, 2010

Outra Vez

Havia algum tempo que nao sentia o cheiro da liberdade. Razão embebida em noites escuras e laços tortuosos, vazios, pedaços de um mundo perdido que não e bom nem ruim;É real!
É um tempo de cabeça explodindo no travesseiro, de ansia pela manha e por uma bomba de novidade que acenda os sentidos e provoque euforia mesmo num bom dia habitual de um transeunte qualquer. O calor virou avesso e agora o gelo da o tom das bebidas esquecidas e do tempo que estava paralisado no tempo... A rua esquerda que segui, o onibus perdido e o poema deletado por pura mania de perfeição...
O amor ainda continua no peito , vivo, aquecido, sabedor de que  a improbalilidade humana é as vezes uma dose de whisky e em outras um tiro na face. Sigo estradas, persigo caminhos,,, ando por ai com a certeza de que em uma esquina qualquer estará vestida de vermlho a felicidade, com olhos de sinceridade , bailado de tranquilidade e repleto sentimento.

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Filme na madrugada. Disco velho. Livro empoeirado. Caixa fechada. Coração trancado. Monossilabo. Plural. Só. Viajante . Caseiro.
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