domingo, julho 08, 2012

Post(e) Noturno

Eu não aprendi
A fingir meu sorriso

A mudar minha cara
A tapear a verdade...
Nessa cidade estranha
Que beira a insanidade
Não transbordei de loucura
E controlo a bondade

É por andar assim, distraido, desapercebido
Que não percebo

A cor do horror, gargalhada do mal
A dama falsidade !

Então sou assim...
Ando assim...

Na montanha interna
Que me talha em solidão...

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Filme na madrugada. Disco velho. Livro empoeirado. Caixa fechada. Coração trancado. Monossilabo. Plural. Só. Viajante . Caseiro.
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