sexta-feira, julho 20, 2012

Mais do Mesmo



quarta-feira, julho 18, 2012

Let's Rock'n'roll, baby!!!!!!!!!





1 - Frank Zappa - George Harrison - Slash - Jimi Hendrix - Keith Richards - Jimi Page - SRV

2 - Eric Clapton - Mark Knofler - Brian May - Johnny Ramone - Jack White - The Edge - Chuck Berry

3 - Angus Young - Pete Townshend - Tony Iommi - Eddie Van Halen - David Gilmour - Ace Frehley - Ritchie Blackmore

4 - Duane Allman - Kirk Hammet - Santana - John Frusciante - Yngwie Malmsteen - Kurt Cobain - John Fogerty

5 - Jerry Garcia - Carl Perkins - Bo Didley - Jeff Beck - Tom Morelo - Brian Setzer - Quem é esse cara?

terça-feira, julho 17, 2012

O Mundo Sem Ninguém


O Mundo sem Ninguem - History Channel

As piramides talvez existam para sempre. As cidades vão desaparecer. Nossas maiores obras primas vão desmoronar e desaparecer. E nossas garrafas de plástico formarão enormes ilhas flutuantes vagando pelos oceanos por milênios.A medida que o aquecimento global e a exaustão dos recursos naturais se tornam mais prementes, é importante considerar como podemos reduzir nosso impacto sobre o planeta. O MUNDO SEM NINGUEM leva em conta a redução total do nosso impacto: o desaparecimento do ser humano.

domingo, julho 08, 2012

Post(e) Noturno

Eu não aprendi
A fingir meu sorriso

A mudar minha cara
A tapear a verdade...
Nessa cidade estranha
Que beira a insanidade
Não transbordei de loucura
E controlo a bondade

É por andar assim, distraido, desapercebido
Que não percebo

A cor do horror, gargalhada do mal
A dama falsidade !

Então sou assim...
Ando assim...

Na montanha interna
Que me talha em solidão...

segunda-feira, julho 02, 2012

Voamos Sem rumo Um Pro Outro

Seguimos entrelaçados
E entre nós
Somente os lençóis
E todo esse calor...
Entre nós dois
Nada mais!
Sempre mais!
Sempre mais!
E sorrimos abraçados
Estapeamos os fatos
Estonteamos a vida
Escrevemos no espaço...
E nesse céu presente
No vento sempre discreto
Voamos sem rumo
Um pro outro,,,

terça-feira, junho 19, 2012

A Má Educação


A Mesma Alegria de Sempre

Contudo preciso apenas da alegria. A alegria que me atropela mesmo quando nao estou olhando. A mesma alegria de sempre: Distraida e feliz...Não preciso do detestavel cigarro e sim de mais ar puro, poesia... Quero um leque gigante! Colorido! Com maos proprias, para  que abane meus movimentos garantindo assim uma rede defronte ao mar, um pedaço de sol só meu  pra que possa dividir com todo mundo! Mais espaço no céu!Retalhos retratos de amor! Folheio no cérebro o album da minha vida ate aqui, ate agora, até hoje e vejo todos os filmes que me remetem a esse estado necessário de alegria...Aquela mesma alegria distraida e feliz!

Eu sou um distúrbio a esquerda

Eu sou um distúrbio a esquerda
Parede parada de pendurado relógio
Não levo quase nada guardado
Apenas o descompasso...
Eu vejo uma arma letal
Cheia de luzes de neon
Dançando inexata e insistente
Pedindo para eu ficar...
Inconstante , imprevisto e indiferente
Ao meu lado corre alguma coisa
Disfarçada de corações
Esperando a outra noite
E a hora de não voltar...

segunda-feira, maio 21, 2012

Sessão Coruja - Vips





 Marcelo (Wagner Moura) não consegue conviver com sua própria identidade, o que faz com que assuma a dos outros. Isto faz com que passe a ter diversos nomes, nos mais variados meios. Sonhando em ser um piloto de avião como o pai, aplica seguidos golpes e se envolve em inúmeras aventuras. Uma dos mais conhecidas é quando finge ser Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, durante um Carnaval no Recife. Inspirado na história real de Marcelo Nascimento da Rocha.

Eu Não Sei Falar!!


quarta-feira, maio 16, 2012

PAREM DE JOGAR CADÁVERES NA MINHA PORTA  (Affonso Romano de Sant'Anna)


Parem de jogar cadáveres na minha porta.
Tenho que sair
– respirar.
Estou seguindo para os jardins de Allambra
a ouvir o que diz a água daquelas fontes
e acompanhar o desenho imperturbável dos zeligs.
Não me venham com jornais sangrentos sob os braços.
Parem de roubar meu gado, de invadir meu teto
e de semear pregos por onde passo.
Estou em Essauíra, na costa do Marrocos
olhando o mar. Ou em Minas
contemplando as montanhas ao redor de Diamantina.
Não me tragam o odorento lixo da estupidez urbana.
Parem de atirar em minha sombra
e abocanhar meu texto.
Estou tornando a Delfos
naquela manhã de neblinas
ouvindo o que me diz o oráculo em surdina.
Ainda agora embarquei para o Palácio Topkapi
frente ao Bósforo,
quando tentaram me esfaquear na esquina.
Jamais permitirei que quebrem as porcelanas
e roubem a gigantesca esmeralda na real vitrina.
Não me chamem para a reunião de condomínio.
Estou nos campos da Toscana
onde a gigante mão de Deus penteia os montes
e minha alma se sente pequenina.
Dei de mão comendas e insígnias
não tenho mais que na praça erguer protestos
e distribuir esmolas não é mais a minha sina.
Acabo de entrar no Pavilhão da Harmonia Preservada
e me liberto
– na Cidade Proibida na China.
Não adianta o clamor de burocráticos compromissos
nem vossa ira. Tenho oito anos
saí para nadar naquele açude atrás dos morros
e vou pescar a minha única e inesquecível traíra.
Parem de jogar cadáveres na minha porta
na minha mesa
na minha cama
dificultando
que alcance o corpo da mulher que amo.
Afastem de mim
o meu
o vosso cálice.
Impossível ficar no tempo que me coube
o tempo todo
preciso repousar num campo de tulipas
reaprendendo a ver o que era o mundo
antes de
como um Sísifo moderno
desesperado
julgar
– que o tinha que carregar.

Ando citando textos invisíveis!

Ando citando textos invisíveis! Não invisíveis a mim,mas sim invisiveis a minha outra realidade ! Ando comemorando o não! O não que sorri em forma de lindo sim, que traz da parte vendada o que seria o rio que transbordou e se perdeu... Peço favores sorrindo! Invisível! Invisível! Agradeço com um ar de dever cumprido! Invisível!  E até o retrato perfeito que o céu me dá combina com o que era pra ser e não foi..ainda não... Rezo!Com toda fé ,ate a absurda, confio, reconfio,desconfio e me embriago nos goles vivos da esperança, pensando que a outra dimensão, a outra palavra e o contrário do espelho irão surgir numa inesperada manhã, numa palavra desprenciosa ou na hora incerta da sorte!

Minha Louca Preferida


Minha louca preferida!
Meu vinho...
Minha vodka...
Minha bebida...
Minha confusão geral
Minha chuva de carnaval
Meu disco voador
Tão normal...
E na embriaguez
 Pedaço do seu segredo
Cada segundo
Amor sem pesadelo
E quando adormeces
Os anjos fazem silencio
Pra decorar cada parte
Da leveza que te faz dormir!

segunda-feira, maio 14, 2012

Maldito Cigarro!

Antes fosse a melhor hora para se acordar. Antes fosse... Como se não bastasse a falta de recursos ainda existia o maldito cigarro! Cigarro, caro cigarro! isso é hora de acabar?? Será que, faceiro,se escondeu solitariamente por entres os copos do armario,na gaveta,na estante ou debaixo da cama deitado no frio chão?
E eu me perguntava andando pra lá e pra cá. Tentava achar algo que me levasse a outra digitação mental... Um escrito! As horas passando e eu cantarolando na varanda, esquecido da ausencia do cigarro e tentando outra canção, uma canção que dançasse feliz nas linhas do caderno, com uma faca na rima, destruindo o  piso das folhas de tanto furor e vontade de correr em disparada...
Havia sim o video game!O jogo de futebol era tragador das horas! Tudo parecia passar mais rápido: Era a maratona dos ponteiros! O mais engraçado é que eles sempre corriam quando ninguém estava olhando...
Eu estava cansado... O corpo estava cansado! O cérebro contaminado de velocidade nao queria dormir, ficava tentando o corpo a rodar pela sala, enquanto tentava elaborar a salvação da sua vida! Foi assim então que de repente era outra quinta-feira...Meio - dia!

Esse quase velho hetero

Chamo de anjos modernos essas meninas de saias coloridas que gostam de outras meninas...Chamo de algo novo o que na minha mente machista e velha fica embaraçado e soa esquisito... Mas quem sou pra entender alguma coisa?Quem sou eu? Esse quase velho hetero que se espanta diante a essa nova ordem, essa nova confusão... 
Permito-me olhar por entre as frestas da minha cortina e fazer um verso repentino que retalhe o meu ilógico e so arda nas histórias imaginarias reais que meu cerebro consegue ver!

segunda-feira, março 12, 2012

Boa Noite Blues


Então ele pegou sua capa velha para se proteger da chuva e resolveu fugir dos fantasmas e do barulhento e ensurdecedor silencio da sala de estar.Calçou seus sapatos, acendeu um cigarro abriu o guardachuva e sabia qual era seu destino. No meio do caminho, olhou para as ruas ao lado, pro banco da praça, pra luz fraca dos postes e relembrou varios filmes reais.Haviam muitas cores,sorriso , muitos brindes e tambem muito choro tardio... Havia uma certeza hoje nao tao certa de que as cores nao se desbotariam e que tudo ia se resolver... outro engano...Chegou então ao Bar Manicomio e pediu a primeira dose. A primeira dose é como uma confissão, um desabafo e um alivio falso. É um algo onde se quer chegar por nao ter onde ir, mas com cheiro de sorriso e cura do mal invisivel e perturbador. Na quarta dose a musica ja o deixara mais leve, mais atento aos perfumes e a cada possibilidade futura: Ideias de sapato novo, carro, vestimentas...Ideáis que podem trazer do limbo algo parecido com sonho, aquele mesmo , antes vivo e feliz...
A proxima musica parece um poema! Infinda a alma e traz a tona a vontade de sair correndo, como quem pega a chave do céu e o cadeado. Como quem vira de uma vez uma garrafa de saque...
Os pensamentos ja estao melhores.Ja pode retornar! Eles brincam de maos dadas com o alcool e somados fazem uma canção feliz!Pago a conta. Me dirijo devagar ate a porta de saida. Nem me incomoda mais a chuva forte e retorno sorrindo a soluçao que esta por acontecer.Boa noite!


Eu sou igual
Eu sou o mesmo
Que a mesma arvore
De sabedoria plantada e solitaria...
Eu sou a mesma coisa
Com frutos, espinhos, essencia
Com calor e com agua
Pra saciar a sede que a vida dá
Preso na raiz da imensidão divina
Presa nos ventos que lhe trazem ao mesmo lugar
Sou a casca do tempo da arvore
A pele encrespada pelo sol
Sou o suor interminavel e lento
As gotas de chuva que passeiam pelo tronco
A certeza do fim que me fixa onde não quero ir!

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